O mobiliário de uma escola trabalha todos os dias, com dezenas de utilizadores, durante muitos anos. Escolhê-lo bem é uma decisão de conforto e aprendizagem, mas também de custo ao longo do tempo. Estes são os critérios que mais pesam.
Dimensões ajustadas à idade
Uma criança de seis anos e um jovem de dezasseis não podem usar a mesma carteira. A altura do tampo e do assento deve corresponder à estatura dos alunos. Existem referências de dimensionamento por tamanhos, como a norma europeia EN 1729, que ajudam a definir conjuntos coerentes de mesa e cadeira para cada faixa etária.
Numa escola com vários ciclos, vale a pena definir dois ou três tamanhos e distribuí-los pelas salas conforme os anos de escolaridade.
Estrutura metálica e madeira
A combinação de estrutura em tubo de aço com tampos e assentos em madeira ou contraplacado é uma das mais usadas em mobiliário escolar, e por boas razões: o aço garante robustez e estabilidade, a madeira oferece conforto ao toque e pode ser reparada ou substituída.
- Tubo de aço com protecção em pintura em pó;
- Tampos em contraplacado ou painel revestido de alta resistência;
- Ponteiras nos pés para proteger o pavimento e reduzir o ruído;
- Ligações aparafusadas que permitem substituir peças.
Segurança no uso diário
Arestas arredondadas, ausência de pontos de entalamento, estabilidade contra o tombamento e acabamentos sem lascas. Em salas com crianças pequenas, estes pormenores não são opcionais.
Manutenção e reposição
Prefira modelos cujos componentes possam ser substituídos individualmente: um tampo riscado ou uma ponteira gasta não devem obrigar a trocar a carteira inteira. Um fornecedor que mantenha o mesmo modelo permite repor peças e ampliar salas ao longo dos anos.
Planear o fornecimento
Indique o número de salas e de alunos por sala, as faixas etárias, os espaços complementares (biblioteca, laboratório, refeitório, sala de professores) e o calendário escolar. Fornecer e instalar fora do período de aulas é, muitas vezes, a melhor opção.


