O mobiliário por medida faz sentido quando o espaço tem dimensões irregulares, quando a imagem da empresa é importante ou quando o uso pede soluções que o catálogo não oferece. Para que o resultado corresponda à expectativa, o processo deve ser claro desde o início.
Levantamento do espaço
Tudo começa por medir: paredes, vãos, pilares, tomadas, pontos de rede e iluminação. Um levantamento rigoroso evita peças que não cabem e cortes improvisados em obra.
Programa: quem usa e como
Quantos postos de trabalho? Que equipamentos? Há zonas de reunião, atendimento ou arquivo? O programa traduz a forma de trabalhar em requisitos concretos: dimensões das mesas, passagem de cabos, arrumação, privacidade acústica e visual.
- Postos de trabalho e mesas de reunião;
- Arquivo e arrumação, abertos ou fechados;
- Balcões de recepção e atendimento;
- Calhas e passagens para cabos e equipamentos.
Materiais e acabamentos coerentes
Escolher uma gama curta e coerente de materiais, por exemplo uma madeira, uma cor de metal e um laminado, dá unidade ao espaço e simplifica a manutenção e as futuras ampliações.
Protótipo, produção e instalação
Para peças repetidas, como postos de trabalho, vale a pena aprovar uma amostra antes da produção em série. A instalação deve ser planeada com a obra ou com o funcionamento do escritório, para reduzir interrupções.


